Seja“bonzinho”, mas não seja “otário”. As pessoas confundem “bonzinho” com idiota... E sim, talvez eu até seja muitas vezes um idiota. Não que eu acredite que seja, mas essa é a forma como muitas pessoas me vêem. Não quero parecer um tolo diante dos outros. Eu sou um idiota quando se aproveitam de mim, quando “me usam de má fé”, quando me exploram ou se aproveitam demasiadamente da minha bondade. Eu sou “bonzinho” quando ajudo a alguém que não sabe algo ou que esteja com alguma dificuldade. Mas eu sou um “otário” quando a minha bondade passa a ser a minha pior fraqueza.
Porque, diabos, devemos ser “bonzinhos”? Por acaso pretendemos nos tornar algum santo? Ou porque achamos que é sempre um dever ajudar aos outros?
Muitas vezes pode ser bom ajudar quem necessita de ajuda. Isso faz bem a sua alma. Mas muitas vezes também pode não ser bom. E chegará um momento em que você irá cansar e não conseguirá dizer a palavra mágica “chega!” e tudo se tornará um inferno. Se você ajuda a alguém, pressuponho que sinta algum tipo de prazer. Mas chegará um momento em que você já não sentirá mais prazer e perceberá o seu corpo pesado... Esse é o momento do “chega!”, da hora em que você deve se preferir um pouco mais de impacto e eficácia na sua ação, gritar! Chegaaaaaaaaa!
Eu sei... É difícil... Mas você consegue! Na primeira vez em que você disser “dessa vez eu não vou poder te ajudar”, acharão você um “imprestável” e com certeza lhes dirão imediatamente para você o que estão pensado, com o único propósito de lhe intimidar. E então, bom samaritano, você poderá ficar chateado, com sentimentos de culpa... e se não souber se segurar emocionalmente, aceitará como sendo uma verdade. Mas a verdade é que certas pessoas só querem usar você.
E quando você as ajuda, de certa maneira, você também acredita um dia poder receber a reciprocidade. E acredita que, quando você ajuda hoje a alguém, você futuramente precisará dela. E por isso, teme que, caso não a ajude, e por alguma desgraça sádica da vida necessite de alguma ajuda, apenas uma única pessoa poderia te ajudar, mas não vai porque “no passado... lembra?”. E assim, vamos criando um círculo vicioso de ajudas. Ajuda alguém ali, ajuda alguém aqui... E no fim do ano, você irá ganhar o prêmio “ajudante de Papai-Noel”. Isso é o máximo!
Não... Cansei de querer ser “bonzinho”. Mas também não quero mais brincar de ser mal. Não quero que você seja mal. Com ninguém e nem com você. Portanto, se é um prazer ajudar, ajude (contraditório isso?). Quando deixar de ser um prazer ou se tornar algo que te atrapalha, diga à pessoa sinceramente que não pode ajudar porque não quer, porque cansou, porque não agüenta mais, porque é isso, porque é aquilo. Mas diga! Já fiz esse teste com várias pessoas antes de escrever este capítulo. Estou me tornando um imprestável e já perdi o título de “vossa santidade”. Oh que tristeza...
Não é nenhuma travessura, nenhuma maldade... Estou alertando às pessoas para que, evitando constantemente ser solidários para com os outros, consigam ajudar mais a si próprio a vencer as barreiras que a vida impõe (essa justificativa é fraca, mas achei que o texto ficou legal). As outras pessoas que procurem também quebrar suas barreiras e que evitem ao máximo solicitar a sua ajuda. Afinal, se “usar você” tornar-se um vício, sempre quererão usá-lo, mesmo que não necessariamente o necessitem. Pois, se podem ter algo ou fazer determinada tarefa, será sempre melhor da maneira mais fácil. E a maneira mais fácil, pode ser usando você.
Porque, diabos, devemos ser “bonzinhos”? Por acaso pretendemos nos tornar algum santo? Ou porque achamos que é sempre um dever ajudar aos outros?
Muitas vezes pode ser bom ajudar quem necessita de ajuda. Isso faz bem a sua alma. Mas muitas vezes também pode não ser bom. E chegará um momento em que você irá cansar e não conseguirá dizer a palavra mágica “chega!” e tudo se tornará um inferno. Se você ajuda a alguém, pressuponho que sinta algum tipo de prazer. Mas chegará um momento em que você já não sentirá mais prazer e perceberá o seu corpo pesado... Esse é o momento do “chega!”, da hora em que você deve se preferir um pouco mais de impacto e eficácia na sua ação, gritar! Chegaaaaaaaaa!
Eu sei... É difícil... Mas você consegue! Na primeira vez em que você disser “dessa vez eu não vou poder te ajudar”, acharão você um “imprestável” e com certeza lhes dirão imediatamente para você o que estão pensado, com o único propósito de lhe intimidar. E então, bom samaritano, você poderá ficar chateado, com sentimentos de culpa... e se não souber se segurar emocionalmente, aceitará como sendo uma verdade. Mas a verdade é que certas pessoas só querem usar você.
E quando você as ajuda, de certa maneira, você também acredita um dia poder receber a reciprocidade. E acredita que, quando você ajuda hoje a alguém, você futuramente precisará dela. E por isso, teme que, caso não a ajude, e por alguma desgraça sádica da vida necessite de alguma ajuda, apenas uma única pessoa poderia te ajudar, mas não vai porque “no passado... lembra?”. E assim, vamos criando um círculo vicioso de ajudas. Ajuda alguém ali, ajuda alguém aqui... E no fim do ano, você irá ganhar o prêmio “ajudante de Papai-Noel”. Isso é o máximo!
Não... Cansei de querer ser “bonzinho”. Mas também não quero mais brincar de ser mal. Não quero que você seja mal. Com ninguém e nem com você. Portanto, se é um prazer ajudar, ajude (contraditório isso?). Quando deixar de ser um prazer ou se tornar algo que te atrapalha, diga à pessoa sinceramente que não pode ajudar porque não quer, porque cansou, porque não agüenta mais, porque é isso, porque é aquilo. Mas diga! Já fiz esse teste com várias pessoas antes de escrever este capítulo. Estou me tornando um imprestável e já perdi o título de “vossa santidade”. Oh que tristeza...
Não é nenhuma travessura, nenhuma maldade... Estou alertando às pessoas para que, evitando constantemente ser solidários para com os outros, consigam ajudar mais a si próprio a vencer as barreiras que a vida impõe (essa justificativa é fraca, mas achei que o texto ficou legal). As outras pessoas que procurem também quebrar suas barreiras e que evitem ao máximo solicitar a sua ajuda. Afinal, se “usar você” tornar-se um vício, sempre quererão usá-lo, mesmo que não necessariamente o necessitem. Pois, se podem ter algo ou fazer determinada tarefa, será sempre melhor da maneira mais fácil. E a maneira mais fácil, pode ser usando você.
N. do A.: Saiba realmente quem te dar valor e quem o reconhece verdadeiramente. E evite aqueles tipo "aproveitadores". Estes sim, merecem o seu "chega!". Lembre-se que ajudar faz bem para o crescimento espiritual. (estou entrando em conflito. Tilt!)

2 comentário(s):
Oi Rico!
Primeiro obrigado pela visita ao blog, e pelo comentário gentil!
Volte sempre!
Concordo com o seu texto, a gente tem que aprender a dizer "não"!
Não podemos nos anular, não é verdade? Deixar que os outros passem por cima de nossos interesses maiores...
Voltarei mais vezes!
Abraço!
Valeu por visitar meu blog (VIDA MÁGICA)... xD
Oh soh, achei mto massa teu blog. Antes de ler esse post, li a Introdução... a nova versão para história da Cinderela (vulgo, Cind HEHEHE) fikou mto show!
E sobre este texto: concordo com ele! Temos que primeiro nos dar valor... ajudar é legal, mas ser usado não! Saber a hora de dizer "BASTA!" é fundamental...
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